quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Energia

O que é energia?
O universo está em constante movimento, todos os corpos se modificam constantemente, às vezes mudamos oposição outras sua estrutura ou temperatura.
Para que ocorram essas modificações é necessário que haja energia que é um dos princípios mais importantes da natureza e talvez o mais misterioso, calor, luz, eletricidade, som, forças nucleares, são diferentes e manifestação do mesmo princípio: energia.
Tudo que vemos é energia de uma forma ou de outra, mesmo assim energia não é algo que se possa separar do resto do universo para ser examinada, não pode ser vista diretamente, nos podemos observar seus efeitos no mundo que nos cerca.
Através dos séculos o homem compreendeu a importância da energia e aprendeu a usá-la para o progresso da civilização. O homem em todas as suas atividades usa energia, e a busca de novas energias é constante porque todas as máquinas que usamos consumem energia.
A energia definida pelos cientistas como uma capacidade de produzir trabalho, a energia não é criada nem destruída, ela apenas se transforma, sendo necessária para que o objetivo sofra qualquer tipo de alteração.
As alterações físicas de um corpo mudam as características tais como posição, forma, etc. Mas a sua composição química permanece a mesma. Alterações químicas acontecem quando a composição química de um corpo muda.
As modificações nucleares alteram as estruturas dos átomos de um corpo convertendo em outros tipos de átomos, liberando nesse processo enorme quantidades de energia e que acontece quando uma bomba atômica é detonada.
No começo o homem sabia usar somente a energia de seu próprio corpo, logo começou a usar ferramentas que ajudaram usar melhor sua própria energia.
Em seguida começou a usar a energia animal para os trabalhos pesados e as tarefas rotineiras.
Ao descobrir o fogo o homem compreendeu que poderia obter energia térmica da madeira. Mais tarde ainda inventou máquinas que aproveitavam uma energia liberada pelo fogo, queimando madeira e carvão como combustível.
Estes combustíveis são usados até aos nossos dias, mas atualmente o petróleo é a nossa principal fonte de energia. Postado por Luzana

Cana-de-Açúcar

Cana-de-açúcar

A cana-de-açúcar é uma planta que pertence ao gênero Saccharum L..

Historicamente a cana de açúcar é um dos principais produtos agrícolas do Brasil, sendo cultivada desde a época da colonização. Do seu processo de industrialização obtém-se como produtos o açúcar nas suas mais variadas formas e tipos, o álcool (anidro e hidratado), o vinhoto e o bagaço a importância da cana de açúcar pode ser atribuída à sua múltipla utilização, podendo ser empregada in natura, sob a forma de forragem, para alimentação animal, ou como matéria prima para a fabricação de rapadura, melado, aguardente, açúcar e álcool.

As espécies de cana-de-açúcar são provenientes do Sudeste Asiático.

É uma das culturas agrícolas mais importantes do mundo tropical, gerando centenas de milhares de empregos diretos. É fonte de renda e desenvolvimento, embora nitidamente concentradora de renda. Na região de Ribeirão Preto, a principal zona produtora do Brasil, 98.228 pessoas tinham renda inferior a R$ 100 mensais até 2007.

A principal característica da indústria canavieira é a expansão por meio do latifúndio, resultado da alta concentração de terras nas mãos de poucos proprietários, mormente conseguida através da incorporação de pequenas propriedades, gerando por sua vez êxodo rural.

Geralmente, as plantações ocupam vastas áreas contíguas, isolando e/ou suprimindo as poucas reservas de matas restantes, estando muitas vezes ligadas ao desmatamento de nascentes ou sobre áreas de mananciais. Os problemas com as queimadas, praticadas anteriormente ao corte para a retirada das folhas secas, são uma constante nas reclamações de problemas respiratórios nas cidades circundadas por essa monocultura. Ademais, o retorno social da agroindústria como um todo, é mais pernicioso que benéfico para a maioria da população.

O setor sucroalcooleiro brasileiro despertou o interesse de diversos países, principalmente pelo baixo custo de produção de açúcar e álcool. Este último tem sido cada vez mais importado por nações de primeiro mundo, que visam reduzir a emissão de poluentes na atmosfera e a dependência de combustiveis fósseis. Todavia, o baixo custo é conseguido, por vezes, pelo emprego de mão-de-obra assalariada de baixíssima remuneração e em alguns casos há até seu uso com características de escravidão por dívida.

No Brasil, a agroindústria da cana-de-açúcar tem adotado políticas de preservação ambiental que são exemplos mundiais na agricultura, embora nessas políticas não estejam contemplados os problemas decorrentes da expansão acelerada sobre vastas regiões e o prejuízo decorrente da substituição da agricultura variada de pequenas propriedades pela monocultura. Já existem diversas usinas brasileiras que comercializam crédito de carbono, dada a eficiência ambiental.

As queimadas também têm diminuído devido ao aumento de denúncias e endurecimento da fiscalização, embora muitas dessas denúncias terminem sem uma penalização formal. Em cidades como Ribeirão Preto, Araraquara, Barreto, Franca, Jaboticabal e Ituverava, as multas e advertências a usinas e produtores que queimam seus canaviais cresceram 27% em 2009 em relação a 2008, segundo levantamento da Cetesb.

Para renovação do cultivo, algumas indústrias canavieiras fazem, a cada quatro ou cinco anos, plantios de leguminosas (soja) que recuperam o solo pela fixação de noitrogênio. Quanto aos problemas advindos da queima controlada na época do corte, existe já um movimento em direção à mecanização da colheita que aumenta de ano para ano, além de rigorosos protocolos que prevem o fim da queima até o ano de 2014.

Devido à grandeza dos números do setor sucroalcooleiro no Brasil, não se pode tratar a cana-de-açúcar, apenas como mais um produto, mas sim como o principal tipo de biomassa energética, base para todo o agro negócio sucroalcooleiro, representado por 350 indústrias de açúcar e álcool e 1.000.000 empregos diretos e indiretos em todo o Brasil.

O Brasil produziu e moeu na safra 1999/00, 300 milhões de toneladas de cana de açúcar, 381 milhões de sacas de 50 kg de açúcar e mais de 12 milhões de m3 de álcool anidro e hidratado.

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cana-de-a%C3%A7%C3%BAcar

http://infoener.iee.usp.br/scripts/biomassa/br_cana.asp

http://www.agrobyte.com.br/cana.htm



POSTADO POR RICARDO



Gás Natural

GÁS NATURAL


A Historia do Gás Natural

O gás natural é conhecido pela humanidade desde os tempos da antiguidade. Em lugares onde o gás mineral era expelido naturalmente para a superfície, povos da antiguidade como Persas, Babilônicos e Gregos construiram templos onde mantinham aceso o "fogo eterno".

Um dos primeiros registros históricos de uso econômico ou socialmente aproveitável do gás natural, aparece na China, nos séculos XVIII e XIX. Os chineses utilizaram locais de escape de gás natural mineral para construir auto-fornos destinados à cerâmica e metalurgia de forma ainda rudimentar.

O gás natural passou a ser utilizado em maior escala na Europa no final do século XIX, com a invenção do queimador Bunsen, em 1885, que misturava ar com gás natural e com a construção de um gasoduto à prova de vazamentos, em 1890.

Porém as técnicas de construção de gasodutos eram incipientes, não havendo transporte de grandes volumes a longas distâncias, conseqüentemente, era pequena a participação do gás em relação ao óleo e ao carvão. Entre 1927 e 1931, já existiam mais de 10 linhas de transmissão de porte nos Estados Unidos, mas sem alcance interestadual, no final de 1930 os avanços da tecnologia já viabilizavam o transporte do gás para longos percursos. A primeira edição da norma americana para sistemas de transporte e distribuição de gás (ANSI/ASME B31.8) data de 1935.

O grande crescimento das construções pós-guerra, durou até 1960, foi responsável pela instalação de milhares de quilômetros de gasodutos, dado os avanços em metalurgia, técnicas de soldagem e construção de tubos. Desde então, o gás natural passou a ser utilizado em grande escala por vários países, dentre os quais podemos destacar os Estados Unidos, Canadá e Japão, além da grande maioria dos países Europeus, isso se deve principalmente as inúmeras vantagens econômicas e ambientais que o gás natural apresenta.

A utilização do Gás Natural no Brasil

A utilização do gás natural no Brasil começou modestamente por volta de 1940, com as descobertas de óleo e gás na Bahia, atendendo a indústrias localizadas no Recôncavo Baiano. Após alguns anos, as bacias do Recôncavo, Sergipe e Alagoas destinavam quase em sua totalidade para a fabricação de insumos industriais e combustíveis para a RELAM e o Pólo Petroquimico de Camaçari.

Com a descoberta da Bacia de Campos as reservas provadas praticamente quadruplicaram no período 1980-95. O desenvolvimento da bacia proporcionou um aumento no uso da matéria-prima, elevando em 2,7% sua participação na matriz energética nacional.

Com a entrada em operação do Gasoduto Brasil-Bolivia em 1999, com capacidade de transportar 30 milhões de metros cúbicos de gás por dia (equivalente a metade do atual consumo brasileiro), houve um aumento expressivo na oferta nacional de gás natural. Este aumento foi ainda mais acelerado depois do apagão elétrico vivido pelo Brasil em 2001 e 2002, quando o governo optou por reduzir a participação das hidrelétricas na matriz energetica brasileira e aumentar a participação das termoeletricas movidas à gás natural.

Nos primeiros anos de operação do gasoduto, a elevada oferta do produto e os baixos preços praticados, favoreceram uma explosão no consumo tendo o gás superado a faixa de 10% de participação na matris energética nacional.

Nos últimos anos, com as descobertas nas bacias de Santos e do Espirito Santo as reservas Brasileiras de gás natural tiveram um aumento significativo. Existe a perspectiva de que as novas reservas sejam ainda maiores e a região subsal ou "pre-sal" tenha reservas ainda maiores.

Apesar disso, o baixo preço do produto e a dependência do gás importado, são apontados como um inibidores de novos investimentos. A insegurança provocada pelo rápido crescimento da demanda e interrupções intermitentes no fornecimento boliviano após o processo de do gás na Bolivia levaram A Petrobrás a investir mais na produção nacional e na construção de infra-estrutura de portos para a importação de GNL (Gás Natural Liquefeito). Principalmente depois dos cortes ocorridos durante uma das crises resultantes da longa disputa entre o Governo Evo Morales e os dirigentes da província de Santa Cruz obrigaram a Petrobrás reduzir o fornecimento do produto para as distribuidoras de gás do Rio de Janeiro e São Paulo no mês de novembro de 2006.

Assim, apesar do preço relativamente menor do metro cúbico de gás importado da Bolívia, a necessidade de diminuir a insegurança energética do Brasil levou a Petrobrás a decidir por uma alternativa mais cara porém mais segura: a construção de terminais de importação de GNL no Rio de Janeiro e em Pecém, no Ceará Ambos os terminais já começaram a funcionar e permitem ao Brasil, importar de qualquer país praticamente o mesmo volume de gás que hoje o país importa da Bolívia.

Para ampliar ainda mais a segurança energética do Brasil, a Petrobrás pretende, simultaneamente, ampliar a capacidade de importação de gás construindo novos terminais de GNL no sul e sudeste do país até 2012, e ampliar a produção nacional de gás natural nas reservas de Santos.

Gasoduto

A Exploração do Gás Natural

A exploração é a etapa inicial dentro da cadeia de gás natural, consistindo em duas fases. A primeira fase é a pesquisa onde, através de testes sísmicos, verifica-se a existência em bacias sedimentares de rochas reservatórias (estruturas propícias ao acúmulo de petróleo e gás natural). Caso o resultado das pesquisas seja positivo, inicia-se a segunda fase, e é perfurado um poço pioneiro e poços de delimitação para comprovação da existência gás natural ou petróleo em nível comercial e mapeamento do reservatório, que será encaminhado para a produção.

Os reservatórios de gás natural são constituídos de rochas porosas capazes de reter petróleo e gás. Em função do teor de petróleo bruto e de gás livre, classifica-se o gás, quanto ao seu estado de origem, em gás associado e gás não-associado.

  • Gás associado: é aquele que, no reservatório, está dissolvido no óleo ou sob a forma de capa de gás. Neste caso, a produção de gás é determinada basicamente pela produção de óleo. Boa parte do gás é utilizada pelo próprio sistema de produção, podendo ser usada em processos conhecidos como reinjeção e gás lift, com a finalidade de aumentar a recuperação de petróleo do reservatório, ou mesmo consumida para geração de energia para a própria unidade de produção, que normalmente fica em locais isolados. Ex: Campo de Urucu no Estado do Amazonas
  • Gás não-associado: é aquele que, no reservatório, está livre ou em presença de quantidades muito pequenas de óleo. Nesse caso só se justifica comercialmente produzir o gás. Ex: Campo de San Alberto na Bolivia.

Condicionamento do Gás Natural

É o conjunto de processos físicos ou químicos aos quais o gás natural é submetido, de modo a remover ou reduzir os teores de contaminantes para atender as especificações legais do mercado, condições de transporte, segurança, e processamento posterior.

O gás natural pode ser armazenado na forma líquida à pressão atmosferica.Para tanto os tanques devem ser dotados de bom isolamento térmico e mantidos à temperatura inferior ao ponto de condensação do gás natural. Neste caso, o gás natural é chamado de gás natural liquefeto ou GNL.

Formas de Transportes – Distribuição do Gás Natural

  • Gás Natural Comprimido (GNC);
  • Gasodutos;
  • Gás Natural Liquefeito.

A distribuição é a ultima etapa, quando o gás chega ao consumidor, que pode ser residencial, comercial, industrial (como matéria-prima, combustível e redutor siderúrgico) ou automotivo. Nesta fase, o gás já deve estar atendendo a padrões rígidos de especificação e praticamente isento de contaminantes, para não causar problemas aos equipamentos onde será utilizado como combustível ou matéria-prima. Quando necessário, deverá também estar odorizado, para ser detectado facilmente em caso de vazamentos.

A Utilização do Gás Natural

O gás natural é empregue diretamente como combustível, tanto em indústrias, casas e automóveis. É considerado uma fonte de energia mais limpa que os derivados do petróleo e o carvão. Alguns dos gases de sua composição são eliminados porque não possuem capacidade energética (nitrogênio ou CO2) ou porque podem deixar resíduos nos condutores devido ao seu alto peso molecular em comparação ao metano ( butano e mais pesados).

  • Combustível: A sua combustão é mais limpa e dá uma vida mais longa aos equipamentos que utilizam o gás e menor custo de manutenção.
  • Automotivo: Utilizado para motores de ônibus, automóveis e caminhões substituindo a gasolina e o álcool pode ser até 70% mais barato que outros combustíveis e é menos poluente.
  • Industrial: Utilizada em indústrias para a produção de metanol, amônia e uréia.

As desvantagens do gás natural em relação ao butano são: mais difícil de ser transportado, devido ao fato de ocupar maior volume, mesmo pressurizado, também é mais difícil de ser liquificado, requerendo temperaturas da ordem de -160 °C.

Algumas jazidas de gás natural podem conter mercúrio associado. Trata-se de um metal altamente tóxico e deve ser removido no tratamento do gás natural. O mercúrio é proveniente de grandes profundidades no interior da terra e ascende junto com os hidrocarbonetos formando complexos organo-metálicos.

Atualmente estão sendo investigadas as jazidas de hidratos de metano que se estima haver reservas energéticas muito superiores às atuais de gás natural.

Curiosidades Sobre o Gás Natural

- O Gás Natural possui densidade específica menor que a do ar, o que facilita a sua dispersão na atmosfera em caso de vazamento e reduz os riscos de acidentes, ao contrário do GLP – Gás Liqüefeito de Petróleo, ou gás de cozinha, produto derivado do petróleo e utilizado atualmente em nossas residências que, sendo mais pesado que o ar, acumula-se ao nível do solo podendo causar sérios acidentes por intoxicação.

- A ingestão ou inalação acidental de Gás Natural não provoca danos à saúde das pessoas, pois ele não é tóxico e, na medida que as pessoas respirarem ar fresco ele é eliminado não deixando qualquer resíduo no organismo.

- O projeto de engenharia da rede de distribuição, associado às reservas de gás natural bolivianas, com capacidade estimada para 600 anos, garantem ao consumidor o fornecimento contínuo de gás a qualquer hora, não sendo necessária a manutenção de estoques no local de consumo.

- O Gás Natural é um produto incolor e inodoro

- O Gás Natural Veicular é reconhecido como um dos mais seguros entre os combustíveis

- Por produzir uma queima mais leve e uniforme, o Gás Natural tem um impacto mínimo sobre o meio-ambiente

- Redução nos gastos com abastecimento em torno de 50% a 70%. O Gás Natural não deixa resíduos na câmara de combustão

Fontes:

http://www.brasilescola.com/geografia/fontes-gas-natural.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1s_natural

http://www.compagas.com.br/index.php/web/onde_e_como_usar_o_gas_natural/gn_para_empresa

POSTADO POR DOUGLAS




quarta-feira, 21 de julho de 2010

Fontes de energia

O que são fontes de energia?
Entendo-se por energia a capacidade de realizar trabalho. Fontes de energia dessa forma são determinados elementos eu podem reproduzir ou multiplicar o trabalho: os músculos, o sol, o fogo,o vento etc..
Através do uso racional do trabalho, especialmente na atividade industrial o homem não apenas sobrevive na superfície terrestre, mas também domina e transforma a natureza: destrói florestas, muda o curso dos rios, desenvolvem novas variedades de plantas, conquista terras no mar, reduz as distancias, modifica os climas, domestica certos animais e extermina outros.
As primeiras formas de energia que o homem utilizou foram o esforço muscular, a energia eólica e a energia hidráulica dos rios. Com a revolução industrial, na segunda metade do século XVIII e no século XIX, surgem às modernas maquinas inicialmente movidas a vapor e que hoje funcionam principalmente a energia elétrica. A eletricidade pode ser obtida de varias maneiras: através da queima do carvão e do petróleo (usinas termelétricas) da fissão do átomo (usinas nucleares) e de outros processos menos utilizados.
As chamadas modernas fontes de energia, ou seja, as mais importantes atualmente são: petróleo, carvão, água, e átomo. As fontes alternativas, que estão conhecendo um grande desenvolvimento e devem tornar-se mais importantes no futuro são: o sol (energia solar) a biomassa e os biodigestores, o calor proveniente do centro da terra (energia geotérmica) as marés xisto betuminoso e outras.
É importante ressaltar que as fontes de energia estão ligadas ao tipo de economia: quanto mais industrializada ela for maior, maior será o uso de energia. O carvão mineral foi a grande fonte de energia da primeira revolução industrial e o petróleo foi a principal fonte de energia do século XX e continua a desempenhar esse papel,apesar de um recente e progressivo declínio.Tanto o petróleo quanto o carvão mineral são recursos não renováveis isto é, que um dia se esgotarão completamente eles também são muitos poluidores, na medida que seu uso implica muita poluição do ar.por esses dois motivos eles estão em declínio atualmente em especial o petróleo, que foi básico para era das industrias automobilísticas e petroquímicas. Vivemos na realidade numa época de transição, de passagem do domínio do petróleo para a permanência de outras fontes menos poluidoras e renováveis, ou seja, que não apresentam o problema de esgotamento.

postado por : Rafael pagliarini

Energia hidráulica

É a energia elétrica gerada a partir de uma fonte continua nesse caso, o movimento da água. Nas usinas hidrelétricas, a força da queda de um grande volume de água represada é utilizada para movimentar as turbinas que acionam um gerador elétrico.
Já faz muito tempo que o homem vem utilizando o movimento das águas para produzir algum tipo de trabalho (moer grãos, serrar madeira e fornecer energia para outras tarefas). No Brasil, a exploração de recursos hídricos para fins de produção de energia elétrica teve inicio a partir do final do século XIX. Em alguns casos, a construção de usinas hidrelétricas exigem a formação de grandes reservatórios de água, para isso normalmente é preciso inundar uma vasta área de terra, o que provoca profundas alterações nos ecossistemas, já que a fauna e a flora acabam sofrendo alguns impactos, também dependo do local onde se encontra o empreendimento, as hidrelétricas podem também ocasionar o deslocamento de populações ribeirinhas.
As grandes represas apresentam aspectos positivos e negativos:
Aspectos positivos:
Geração de energia elétrica limpa e barata.
Possibilidade de controle de enchentes a jusante.
Melhora das condições de abastecimento de água para a população.
Maior possibilidade de instalação de projetos de agricultura irrigada.
Incremento da utilização do transporte fluvial.
Incentivo a piscicultura.
Incentivo a instalação de equipamento de esporte, turismo e lazer.
Aspectos negativos:
Possível necessidade de desmatamento prévio da área a ser inundada e/ou resgate de animais ilhados durante o preenchimento da represa.
Possível necessidade de deslocamento de cidades, povoados ou comunidades indígenas.
Salinização da água dos reservatórios em regiões de evaporação intensa.
Mudança no fluxo dos sedimentos e no volume de água do rio.
Assoreamento da represa e conseqüente comprometida de sua capacidade geradora.
Inundação de sitos arqueológicos.
Perda de solo agricultável.
Perda de vegetação nativa e habitat original.
Dessa forma, a construção de uma barragem deve ser precedida de minucioso estudo do impacto ambiental para que se avalie a viabilidade técnica, social, ambiental e econômica do represamento.



livro de geografia do tercero ano, João Carlos moreira

Postado por : Rafael da Rocha Pagliarini

sábado, 3 de julho de 2010

Usinas termoelétricas


A usina termoelétrica é uma instalação industrial que serve para gerar energia através da queima de combustíveis fósseis.

Essas usinas funcionam da seguinte maneira:

Primeiramente aquece-se uma caldeira com água, essa água será transformada em vapor, cuja a força irá movimentar as pás de uma turbina que por sua vez movimentará um gerador.

Uma maneira de se aquecer o caldeirão é através da queima de combustíveis fósseis (óleo, carvão, gás natural). Após a queima eles são soltos na atmosfera causando grandes impactos ambientais.

Uma outra maneira de aquecimento é utilizando a energia nuclear, através de reações nucleares como a quebra (fissão) do urânio.
Usina Nuclear é um tipo de usina termoelétrica.

Usina Nuclear é um tipo de usina termoelétrica.

Após o vapor ter movimentado as turbinas ele é enviado a um condensador para ser resfriado e transfomado em água líquida para ser reenviado ao caldeirão novamente, para um novo ciclo. Esse vapor pode ser resfriado utilizando água de um rio, um lago ou um mar, mas causa danos ecológicos devido ao aquecimento da água e consequentemente uma diminuição do oxigênio. Outra maneira de resfriar esse vapor é utilizando água armazenada em torres, por sua vez esta água é enviada em forma de vapor a atmosfera, alterando o regime de chuvas.

Um dos maiores problemas das usinas termoelétricas é a grande contribuição que elas têm com o aquecimento global através do efeito estufa e de chuvas ácidas, devido a queima de combustíveis. No caso das usinas termoelétricas de Angra dos Reis que usam como fonte de calor energia nuclear, além da poluição térmica ainda existe o problema do lixo atômico.

Mas estas usinas não têm só desvantagens, as vantagens delas é que podem ser construídas próximas a centros urbanos, diminuindo as linhas de transmissões e desperdiçando menos energia.


Postado por : francieli